🔗Verificador de Tag Canonical (HTML Colado)

Cole o HTML da página e, se quiser, a URL onde ela será publicada. A ferramenta localiza a tag canonical, mostra o endereço apontado, verifica se ele aponta para a própria página, confere a coerência com o og:url e aponta duplicidades, endereço relativo e diferenças de protocolo ou de host.

A leitura usa o DOMParser do navegador: o HTML colado não sai do seu computador.

🔒 Cálculo 100% local — os dados que você digita não saem do seu navegador, nada é enviado a servidores.

Fonte: Google Search Central — guia de tags canônicas e canonicalização — Deve haver uma única canonical por página, com URL absoluta, e o Google pode escolher uma canonical diferente da indicada quando julgar melhor · Última verificação em 07/10/2026

O verificador de canonical analisa o HTML colado e localiza a tag link rel canonical, mostrando o endereço apontado e verificando auto-referência, coerência com o og:url, duplicidade, endereço relativo e diferença de protocolo ou host. A análise acontece no navegador, sem enviar o código para servidores.

Como usar o verificador de canonical

  1. Cole o HTML da páginaAbra o código-fonte no navegador e copie tudo, ou pelo menos a seção de head, onde ficam as tags de link e de metadados.
  2. Informe a URL de publicaçãoNo campo ao lado, escreva o endereço final da página. Sem essa URL a ferramenta ainda encontra a canonical, mas não consegue julgar a auto-referência.
  3. Leia os achadosAs verificações aparecem em lista, com selo verde ou vermelho, do endereço encontrado até a comparação com o og:url e com a URL informada.

Como funciona a checagem da canonical

A ferramenta monta um documento em memória com o DOMParser do navegador, que não executa scripts nem busca recursos na rede. Em seguida ela procura todas as tags de link com o valor canonical no atributo rel e conta quantas existem. Uma página deve declarar uma única canonical: com duas ou mais, o Google costuma ignorar todas e escolher sozinho, e com nenhuma, ele indexa a versão que preferir entre as variantes com e sem barra final, com parâmetros ou com filtros.

Para cada canonical encontrada, o endereço do atributo href é lido e classificado. Ele precisa ser absoluto, começando com o protocolo correto; endereço relativo é sinal de erro, porque o buscador pode interpretá-lo a partir do domínio errado. Depois a ferramenta compara o href com a URL informada, normalizando as diferenças que não mudam a página: barra no final, caixa das letras, presença do www e o uso de http ou https. Se tudo bater, a canonical é autorreferente.

O mesmo endereço é comparado com o og:url, a propriedade que diz qual URL a página declara ao compartilhar em redes sociais. Finalmente, o protocolo e o host são checados separadamente, para distinguir um problema de https de um problema de www.

uma canonical por página · URL absoluta em https · igual à URL canônica da página · igual ao og:url · sem http:// nem www divergente

Exemplo resolvido

No HTML de exemplo, a página declara uma única canonical apontando para https://www.kitdeferramentas.com/ferramentas/gerador-de-utm/ e um og:url com o mesmo endereço. A URL informada no campo é idêntica, então a ferramenta marca auto-referência, coerência com o og:url, protocolo https e host com www: todos os achados ficam verdes e o resumo mostra nenhuma inconsistência.

Agora troque a URL informada por http://kitdeferramentas.com/ferramentas/gerador-de-utm, sem www e sem a barra final. A normalização ignora a barra, mas detecta duas divergências reais: o protocolo da canonical é https e o da página é http, e o host também difere pela presença do www. A ferramenta separa os dois achados, porque a correção é diferente: uma parte se resolve com redirecionamento 301, e a outra com a escolha de um host canônico único para todo o site.

Suposições e limitações

  • A análise usa o DOMParser do navegador em um documento inerte: scripts não rodam, nada é buscado na rede e o HTML colado não sai do computador
  • A comparação de URLs normaliza barra final, caixa, www e protocolo; parâmetros de consulta são mantidos, porque eles mudam a versão da página
  • A ferramenta lê apenas a canonical escrita no HTML: o Google pode indicar outra canonical depois de rastrear, especialmente em páginas com variantes ou parâmetros
  • Ela não verifica redirecionamentos, hreflang nem a canonical de páginas externas que apontam para a sua
  • Canonicals geradas por JavaScript após o carregamento não aparecem no HTML colado e precisam ser conferidas na aba de elementos do navegador

Dicas para tirar o melhor proveito

Escolha uma única forma de endereço para o site inteiro e mantenha consistente: ou tudo com www, ou tudo sem; ou sempre https, ou sempre redirecionando para https. Quando o padrão está definido, a canonical de cada página fica trivial de escrever, basta repetir a URL da própria página com o domínio escolhido.

Se a página tem variantes legítimas, como filtros, ordenações ou parâmetros de rastreamento, a canonical deve apontar para a versão limpa, sem esses parâmetros. Nesse caso a comparação com a URL informada pode acusar divergência, e isso é esperado: use o campo de URL com a versão limpa para conferir se a canonical aponta exatamente para ela.

Confira também a barra no final do endereço. Barra e ausência de barra são endereços diferentes para o buscador, e é um dos motivos mais comuns de duplicidade em e-commerce. Depois de publicar, veja no Search Console qual canonical o Google escolheu na aba Índice do Google: se a escolha dele diverge da sua, quase sempre o motivo está em um redirecionamento faltando ou em links internos apontando para a versão errada.

Erros comuns a evitar

O erro mais frequente é deixar o CMS gerar a canonical sem conferir: temas duplicam a tag quando um plugin e o tema a inserem ao mesmo tempo, e aí o buscador recebe um sinal conflitante. Outro problema clássico é canonical para a home em toda página, atalho que parece organizado, mas que diz ao Google que todo o conteúdo é a mesma URL e tira páginas inteiras da indexação.

Também vale evitar endereço relativo, protocolo http em site migrado para https e host divergente entre o que está na canonical e o que aparece nos links internos. Cada um desses casos acusa um achado diferente na ferramenta, o que ajuda a localizar a origem do erro em vez de apenas constatar que algo está errado.

Por fim, não confunda canonical com redirecionamento: a canonical é uma sugestão, o redirecionamento 301 é uma ordem. Quando existe apenas uma versão possível da página, o redirecionamento é mais eficiente; a canonical serve para quando duas versões precisam continuar acessíveis, como páginas com parâmetros que ainda geram tráfego.

Veja também

Se esta ferramenta foi útil, você também pode precisar destas relacionadas: Verificador de estrutura de títulos (H1 a H6), Gerador de robots.txt, Gerador de sitemap XML, Gerador de redirecionamento 301.

Perguntas frequentes

O que é a tag canonical?

É uma tag link com o atributo rel igual a canonical, colocada no head da página, que declara qual é a versão definitiva do conteúdo entre várias endereços parecidos. O Google usa essa indicação para agrupar as variantes.

Quantas canonicals uma página deve ter?

Uma única. Com duas ou mais, o buscador tende a ignorar todas e escolher uma versão por conta própria; com nenhuma, ele indexa a variante que preferir, o que pode gerar conteúdo duplicado.

A canonical precisa ser autorreferente?

Na maioria das páginas, sim: ela deve apontar para a própria URL. O caso legítimo de apontar para outra página é quando variantes, parâmetros ou conteúdo duplicado devem ser agrupados sob uma única versão.

Canonical e redirecionamento 301 são a mesma coisa?

Não. O 301 move o visitante e o rastreador para outra URL, enquanto a canonical é uma sugestão que não muda a página exibida. Use redirecionamento quando só existe uma versão e canonical quando as duas precisam continuar acessíveis.

O Google sempre obedece à canonical que eu escrevi?

Não. Ele pode escolher outra quando julgar que a indicação está errada, quando o conteúdo das páginas diverge muito ou quando há problemas de rastreamento. Por isso vale acompanhar a escolha no Search Console.

O HTML colado é enviado para algum servidor?

Não. A ferramenta usa o DOMParser do navegador em um documento inerte, e o processamento é 100% local: o código colado não sai do seu computador e desaparece ao fechar a página.

Explore mais ferramentas gratuitas

Dezenas de calculadoras, conversores e geradores — todos funcionam no navegador, sem cadastro e sem instalar nada.