🗳️Gerador de título de eleitor
Gere números de título de eleitor com dígitos verificadores válidos para testar sistemas de cadastro eleitoral, RH ou identidade, escolhendo o estado (UF) de emissão, ou valide um título existente. Todos os dados são fictícios.
🔒 Cálculo 100% local — os dados que você digita não saem do seu navegador, nada é enviado a servidores.
Fonte: Algoritmo módulo 11 (dígito verificador do título de eleitor) — TSE — algoritmo público; o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é a autoridade que emite títulos reais · Última verificação em 23/09/2026
O título de eleitor tem doze dígitos: oito formam um número sequencial, dois indicam o código do estado (UF) de emissão e os dois últimos são dígitos verificadores calculados pelo módulo 11. Gerar um título válido significa criar o número sequencial, escolher o código de UF e calcular corretamente os dois dígitos verificadores. Serve para testar sistemas — os números são fictícios e não correspondem a eleitores reais.
Como usar o gerador
- Escolha gerar ou validarNo modo gerar, você cria títulos de eleitor válidos em lote, por estado. No modo validar, confere se um título tem dígitos verificadores corretos.
- Configure UF e saídaEscolha o estado de emissão (ou deixe aleatório), quantos títulos quer e se prefere com máscara (espaços) ou apenas números.
- Copie para o testeUse o botão copiar para colar os números direto no seu formulário, script de teste ou massa de dados eleitoral.
Como funciona o dígito verificador do título de eleitor
O título de eleitor tem doze dígitos, divididos em três blocos: os oito primeiros formam um número sequencial de emissão, os dois seguintes indicam o código do estado (UF) onde o título foi emitido, e os dois últimos são dígitos verificadores calculados pelo módulo 11 — o mesmo tipo de algoritmo usado no CPF e no CNPJ, com pesos e regras próprias.
O primeiro dígito verificador (DV1) usa apenas os oito dígitos sequenciais. O segundo dígito verificador (DV2) usa os dois dígitos da UF mais o DV1 recém-calculado. Existe uma regra especial: para títulos emitidos em São Paulo (UF 01) ou Minas Gerais (UF 02), quando o resto da divisão resultaria em dígito verificador 0, o valor correto passa a ser 1 — uma exceção documentada e amplamente replicada pelos geradores e validadores públicos de título de eleitor.
DV2: (UF1, UF2, DV1) × pesos 7,8,9, soma ÷ 11 → resto = DV2
Se resto = 10 → DV = 0. Se resto = 0 e UF = SP ou MG → DV = 1 (exceção)
Exemplo resolvido
Tome o número sequencial 12345678, emitido em Minas Gerais (UF = 02). Para o DV1, multiplicamos cada dígito pelos pesos 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9: 1×2 + 2×3 + 3×4 + 4×5 + 5×6 + 6×7 + 7×8 + 8×9 = 2+6+12+20+30+42+56+72 = 240. O resto de 240 por 11 é 9 — como não é 0 nem 10, e MG só tem exceção quando o resto é 0, o DV1 é 9.
Para o DV2, usamos os dígitos da UF (0, 2) e o DV1 (9), com pesos 7, 8, 9: 0×7 + 2×8 + 9×9 = 0+16+81 = 97. O resto de 97 por 11 é 9, então DV2 = 9. O título de teste fecha em 1234 5678 0299. Se o resto tivesse dado 0 nesse cálculo, a regra especial de MG entraria em ação e o dígito seria 1 em vez de 0 — é justamente esse detalhe que muitos geradores genéricos erram.
Para que serve um título de eleitor de teste
Desenvolvedores e equipes de QA que trabalham com sistemas de identidade, RH, cadastro único ou integrações que pedem o título de eleitor como documento complementar precisam de números com formato e dígitos verificadores válidos, sem usar o título real de ninguém. Um número que passa na validação, mas não corresponde a um eleitor cadastrado no TSE, é o dado ideal para isso.
É importante deixar claro: gerar um número com dígitos válidos não cria um título de eleitor de verdade nem o vincula a uma pessoa. Usar esses números para se passar por outra pessoa, fraudar cadastro eleitoral ou qualquer finalidade ilícita é crime e responsabilidade exclusiva de quem faz.
Suposições e limitações
- Os números têm apenas formato e dígitos verificadores válidos — não são títulos reais nem estão vinculados a eleitores cadastrados no TSE
- A exceção de São Paulo (UF 01) e Minas Gerais (UF 02) — resto 0 vira dígito 1 — é aplicada nos cálculos de DV1 e DV2, conforme documentado pelo próprio algoritmo público do TSE
- O código de UF cobre os 26 estados e o Distrito Federal (01 a 27); o código 28, usado para eleitores no exterior, não está incluído neste gerador
- A validação confere somente os dígitos verificadores, não a existência do título na base do TSE
- Uso destinado a testes de software, desenvolvimento e QA
Dicas para tirar o melhor proveito
Use esses geradores apenas em bases de teste, sandbox e QA — nunca em produção nem para simular cadastro eleitoral real. Marque no seu banco de teste qual campo é sintético (por exemplo, uma coluna 'is_test = true') para não misturar com dados reais. Se seu sistema valida a UF de emissão, use o seletor de estado para gerar massas de teste realistas por região, e sempre teste especificamente casos de São Paulo e Minas Gerais, já que a exceção do dígito 0 → 1 é um ponto comum de bugs em implementações próprias.
Erros comuns a evitar
O erro mais comum em implementações caseiras do validador é esquecer a exceção de SP e MG, aceitando ou rejeitando títulos incorretamente nesses dois estados. Outro erro é usar um número gerado para tentar simular cadastro eleitoral real — isso é crime, independentemente de o dígito estar correto. Também vale não validar os dígitos verificadores antes de enviar para APIs (algumas rejeitam formato inválido e você perde tempo debugando), e não guardar dados de teste ao lado de dados reais no mesmo banco, sem coluna de flag.
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É legal gerar um título de eleitor?
Gerar números com formato e dígitos verificadores válidos, para testar software, é uma prática comum e legítima na área de desenvolvimento. O que é ilegal é usar qualquer número para fraude, falsidade ideológica ou se passar por um eleitor real — a responsabilidade pelo uso é de quem o utiliza.
O título de eleitor gerado pertence a alguém?
Não. Os números são fictícios: têm os dígitos verificadores corretos, mas não são emitidos pelo TSE nem vinculados a nenhum eleitor cadastrado. Servem apenas como dado de teste.
Como é calculado o dígito verificador do título de eleitor?
Pelo algoritmo módulo 11, em duas etapas: o DV1 usa os oito dígitos sequenciais com pesos 2 a 9, e o DV2 usa os dois dígitos da UF mais o DV1, com pesos 7, 8 e 9. Há uma exceção: em São Paulo e Minas Gerais, quando o resultado do cálculo seria 0, o dígito verificador passa a ser 1.
Por que existe uma regra especial para São Paulo e Minas Gerais?
É uma particularidade histórica do algoritmo definido pelo TSE para o título de eleitor: nesses dois estados, um dígito verificador que resultaria em 0 é convertido para 1. A regra é aplicada tanto no DV1 quanto no DV2 e é reproduzida por validadores e geradores públicos.
Posso validar um título de eleitor nesta ferramenta?
Sim. No modo validar, digite um título e a ferramenta confere se os dois dígitos verificadores estão corretos, já considerando a exceção de SP e MG. Isso indica se o número é formalmente válido, mas não se ele existe na base do TSE.
O que indica o código de UF no título de eleitor?
É o par de dígitos nas posições 9 e 10, que identifica o estado onde o título foi emitido — por exemplo, 01 para São Paulo ou 20 para o Distrito Federal. Escolher uma UF no gerador simula títulos de teste mais realistas para sistemas que validam essa origem.
Título de eleitor e título eleitoral são a mesma coisa que o número da carteira de eleitor?
Sim, são o mesmo documento. 'Título de eleitor', 'título eleitoral' e o número que aparece na carteira ou no e-Título se referem ao mesmo número de doze dígitos emitido pelo TSE.
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